O comércio de pescado

O comércio de peixes cresce mundialmente a cada ano que passa

Pescado fresco

O peixe conquistou seu espaço no mundo ao longo dos anos por seu sabor e por ser um alimento mais saudável. Prova disso é que o comércio mundial de pescado está aquecido e cresce a cada ano que se passa. A partir dessas informações, é fácil perceber que entrar nesse ramo pode ser uma excelente opção para investimento.

O professor do Curso a Distância CPT Criação de Peixes – Como Implantar uma Piscicultura, Giovanni Resende, destaca que o peixe é a carne do futuro, pois as pessoas têm percebido, cada vez mais, a qualidade deste alimento e seus benefícios para a saúde. Além disso, reitera que existe grande mercado para o pescado no Brasil, transformando-se em um negócio promissor.

A atividade piscicultora tem papel importante na economia do mundo, por movimentar milhões de dólares por ano, além de gerar empregos e promover o crescimento de regiões ou países com a comercialização de peixes.

A evolução do mercado

A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura informa que o comércio de pescado conseguir se expandir anualmente cerca de 3% nos últimos 50 anos. Ainda ressalta que o consumo dobrou: era 9,9kg por ano em 1960 e, recentemente, atingiu 19,2kg.

Nosso país possui condições privilegiadas para a produção de peixes e se destaca como um grande produtor, mas que ainda precisa potencializar sua produção. Alguns anos atrás a nossa produção não conseguiu suprir todo o mercado interno e foi necessário importar peixes. A piscicultura representa 33,5% da produção de pescado aqui no Brasil, chegando a produzir mais de 650 mil toneladas de peixe em 2016.

Regiões produtoras

Dividido por regiões, é possível apontar as principais produtoras de peixe em nosso país. A região Sul desponta como a que mais produz, monopolizando a maior parte da produção total, tendo o Paraná como o estado de maior expressividade. A região norte é a segunda mais produtora, apresentando crescimento ao longo dos anos que a consolida na segunda colocação. Nessa região, há uma grande produção de peixes nativos.

A região centro-oeste apresentou crescimento tímido nos últimos anos, mas ocupa a terceira posição graças à produção consistente de seus estados. O Sudeste figura em quarto lugar, mas também apresenta uma produção robusta, com todos os estados apresentando crescimento em sua produção. Por fim, o Nordeste sofreu com alguns problemas que atrapalharam o desenvolvimento da criação de peixes, mas merece destaque pela produção maranhense, que teve 90% de sua produção de peixes nativos.

Espécies

Apesar de possuir várias espécies nativas, nosso país concentra sua produção em tilápias, carpas e tambaquis. A primeira é responsável por mais da metade de toda a produção nacional, resultado da boa aceitação dessas espécies pelo mercado consumidor. A carpa, ao contrário do que muita gente pensa, não é só um peixe ornamental e, também, pode ser criada para consumo. Seu cultivo cresce em nosso país e já são produzidas mais de 30mil toneladas. O tambaqui, peixe nativo com maior destaque no cenário nacional é muito produzido na região norte e detém um espaço considerável na produção brasileira.

Tipos de vendas

Os peixes produzidos podem ser vendidos de três formas:

- Venda indireta, aquela realizada em mercados, peixarias, restaurantes, bares ou outros locais onde a venda seja intermediada.
- Venda direta, feita diretamente do produtor ao consumidor final ou a clientes corporativos. O “pesque e pague”, por exemplo, ilustra bem esse tipo de venda.
- Distribuição, quando as empresas escoam seu produto.



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Fonte: Blog Loja Sansuy – lojasansuyblog.com.br
por Renato Rodrigues

Renato Rodrigues 22-07-2019

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